
A medida, adotada em 2016, pelo ex-governador Fernando Pimentel, do PT, era considerada ‘emergencial’ devido à crise da época. Mas o parcelamento continua sendo utilizado pela atual gestão de Romeu Zema, do NOVO, que regularizou a remuneração apenas para trabalhadores da saúde e segurança. Enquanto isso, os demais servidores se adaptaram a esse cenário, já que não há previsão do recebimento em dia.



