
São Paulo – A enfermeira Monica Calazans disse que tem orgulho do seu trabalho na UTI do hospital Emílio Ribas. Ela diz que a população precisa acreditar na vacina. “Eu estou falando como brasileira, como mulher, mulher negra, que (vocês) acreditem na vacina”. Ela conta que tomou coragem de ser voluntária na campanha da vacina porque viveu, de perto, pessoas sofrendo com o coronavírus. A profissional, que participou de pesquisas da Coronavac, diz que chegou a ser chamada de ‘cobaia’.

Monica Calazans, de 54 anos, trabalha na UTI do Instituto Emílio Ribas, em São Paulo. Moradora de Itaquera, na Zona Leste da capital, ela faz parte do grupo de alto risco para a doença, porque sofre de obesidade, hipertensão e diabetes.



