
Cidades como Bagé, Santana do Livramento, Guaraí e Aceguá, na fronteira com o Uruguai, passaram a ser palco para as corridas.
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Mesmo proibidas na Argentina e no Uruguai, as corridas de cachorros agora acontecem no sul do Brasil e até com uso de dinheiro público. O repórter Giovani Grizotti esteve em uma delas e registrou tudo. Na reportagem do Fantástico, os repórteres denunciam e mostram os bastidores de uma prática cruel: as corridas de cachorros.

Os galgos – raça utilizada nas corridas – são cachorros caçadores, que podem correr mais rápido que um tigre – chegam a 72 km/h. Muitos são alvo de apostadores, que chegam a aplicar drogas para aumentar as performances. Muitos cães acabam feridos e abandonados, além de sofrerem todo tipo de crueldade.

Ministério Público investiga; prefeitura acha normal
As denúncias levaram o Ministério Público passasse a investigar as corridas. O presidente da Associação de Galgueiros disse que a associação abomina a prática de maus-tratos e que é a favor de punições pra quem fizer cometer essa atitude.
A prefeitura de Bagé diz que a pista de corrida de galgos foi construída em 2012 com recursos do governo federal por meio de emenda e que não vê irregularidades.




