Enquanto o país se deleita com a cloroquina e condensados, chicletes e bananas, vamos levando a vida por aqui com chuva boa na região.

Leite derramado
(por Araponga) Eu não gosto do Bolsonaro, mas aposto num Brasil melhor. Ele erra muito, ataca a imprensa e loqueia que dá dó. Entretanto, nesta do leite e do chiclete, arrisco a dizer: duvido que ele soubesse dessa compra miliorária. O problema é que, para quem jurou austeridade, chorar o leite derramado não basta.
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Deputado gastão

O exemplo não é dado por ninguém. Veja esse deputado gaúcho que gastou 40 mil com 100 outdoors para se promover. A Justiça não permite outdoors como propaganda política, porém, o seu uso segue permitido pela Câmara Federal à custa de dinheiro público. Mesmo na pandemia, o deputado cruz- altense Bibo Nunes (PSL) gastou 40 mil da sua cota para espalhar 100 outdoors nas suas bases eleitorais.
Baleia na praia
Esta semana é decisiva para a eleição na Câmara Federal. Baleia Rossi ou Arthur Lira? Com o segundo ficará mais difícil para o governo aprovar as reformas; com o primeiro a boca não será boa. Mas acho que essa baleia morre na praia em meio aos tubarões.
Vacina x cloroquina
A vacinação segue, embora diga-se que a remessa seja uma gota d’água no mar. Contudo, ela é a salvação para algumas vidas, já que estamos perdendo o jogo para a pandemia.
Dutrão aproveita

Enquanto isso, alguns prefeitos da região defendem a Cloroquina como se fossem médicos. Caso do José Dutra, de Bossoroca, que não é juca, nem nada. Mesmo admitindo que o presidente “diz besteiras”, o prefeito ressalta o tratamento precoce, já negado até pelo Capachuello.
Não percebem que o TCU está até inquirindo o Capachuello para saber por que comprar um remédio sem eficácia comprovada? E compraram de balaio!
Nota de esclarecimento do Ministério da Defesa
sobre gastos com alimentação das Forças Armadas
Brasília – O Ministério da Defesa informa que as Forças Armadas devem, por lei, prover alimentação aos militares em atividade. Ao contrário dos civis, os militares não recebem qualquer auxílio alimentação.
O efetivo de militares da ativa é de 370 mil homens e mulheres, que diariamente realizam suas refeições, em 1.600 organizações militares espalhadas por todo o País.
O valor da etapa comum de alimentação, desde 2017, é de R$ 9,00 (nove reais) por dia, por militar. Com esses recursos são adquiridos os gêneros alimentícios necessários para as refeições diárias (café da manhã, almoço e jantar). Esse valor não é reajustado há três anos.
As Forças Armadas têm a responsabilidade de promover a saúde da tropa por meio de uma alimentação nutricionalmente balanceada, em quantidade e qualidade adequadas, composta por diferentes itens.
O leite condensado é um dos itens que compõem a alimentação por seu potencial energético. Eventualmente, pode ser usado em substituição ao leite. Ressalta-se que a conservação do produto é superior à do leite fresco, que demanda armazenamento e transporte protegido de altas temperaturas.
No que se refere a gomas de mascar, o produto ajuda na higiene bucal das tropas, quando na impossibilidade de escovação apropriada, como também é utilizado para aliviar as variações de pressão durante a atividade aérea.
Salienta-se ainda que, em 2020, as Forças Armadas mantiveram plenamente suas atividades, uma vez que a defesa do País e a segurança das fronteiras marítima, terrestre e aérea, bem como o treinamento e o preparo, são essenciais e não foram interrompidas. As Operações Covid-19 e Verde Brasil 2 demandaram um enorme esforço das tropas diuturnamente. Só no combate à pandemia, mais de 34 mil militares atuaram diariamente em todo o território nacional.
Em suma, considerando o efetivo das Forças Armadas, é natural que os totais de gêneros, quando somados, apresentem valores compatíveis com sua missão e tarefas.
Centro de Comunicação Social da Defesa (CCOMSOD)
Ministério da Defesa
(61) 3312-4071



