
Desde o dia 1º de fevereiro, a força-tarefa paranaense deixou de existir oficialmente, após quase sete anos de trabalho e 79 operações.
Desde 2014, a Lava-Jato abriu 79 fases e condenou 174 pessoas. Entre elas, o ex-presidente Lula, o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha e o ex-governador do Rio, Sérgio Cabral – além de diversos atores políticos das últimas décadas, como José Dirceu e Antônio Palocci.
Curitiba – Como anunciado em dezembro de 2020 pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, chegou ao fim o prazo para integração da força-tarefa da Operação Lava-Jato em Curitiba ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) instituído no Ministério Público Federal (MPF) do Paraná.
Desde o dia 1º de fevereiro, a força-tarefa paranaense deixou de existir oficialmente, após quase sete anos de trabalho e 79 operações. Quatro de seus membros seguirão no Gaeco, com mandatos até agosto de 2022, para garantir a continuidade das investigações em curso. A equipe é composta ainda por mais cinco procuradores.
Mais de 4 bilhões e 330 milhões foram devolvidos aos cofres públicos por meio de acordos de colaboração premiada e de leniência.
Rio
Na sexta-feira, o procurador Augusto Aras prorrogou até 31 de março a designação de 11 procuradores que atuam no núcleo da Lava-Jato no Rio. A dedicação deles à operação vencia em 31 de janeiro. A prorrogação se deu para que possa ser feita a transição da operação para o Gaeco do Rio, que ainda se encontra em implantação.



