
O movimento foi grande na tarde e notinha deste sábado, 27
(João Lemes) Antes que a cabeça se quebrasse, juntei meus últimos neurônios ainda intactos e fiz sair fumaça dos circuitos elétricos para saber que segredo é esse.
Na inauguração, há uma semana, a gasolina comum estava R$ 5,19. Nos demais, quase 6 reais. Quando todos disseram que isso era loucura, que não estavam ganhando nada, a gasolina cai para estarrecedores 5,09. Gasolina a 5,09?: Isso há séculos não se via em Santiago.

Pois bem. A estratégia do novo posto é uma só, como todos os capitalistas desse mercado: ganhar grana. Ah, tá. E como vão ganhar torrando gasolina? Simples: ganharão pelos clientes que conquistam. Isso é, ganharão a longo prazo. Portanto, o preço baixo é parte do plano de marketing para ficar conhecido e gerar empatia ao dono do dinheiro, um cara chamado cliente.
As duas perguntas a seguir, qualquer criança seria capaz de fazer: Se os outros não conseguem, como esse novo consegue? Até quando?
Respondo: Parte já está respondida acima: o preço é investimento em marketing. A outra resposta: ele não tem a estrutura que os outros têm. Então, tudo custa menos. Logo, vendem também por menos.
Por fim resta dizer mais três coisas óbvias:
Caso não vendessem por menos, frustrariam o cliente que gerou expectativa pela nova empresa;
O novo posto ajuda a baixar os preços. Pelo menos não deixa subir mais do que está. Antes que alguém dê pedrada, aviso que o mercado é livre e, para ele (mercado), todo mundo se ajoelha;
Por fim, digo que ele uma hora vai querer lucro também. E aí, adeus preço barato. Só cuidem…




