O ônibus já apresentava sinais de instabilidade antes do acidente, o que gerou medo entre os passageiros.
O Diário publicou: Isabela Morais, uma das sobreviventes, relatou os momentos de desespero após o veículo perder os freios e tombar em um declive. Segundo ela, o ônibus já apresentava sinais de instabilidade antes do acidente, o que gerou medo entre os passageiros. Após a queda, pessoas ficaram espalhadas pelo chão, muitas feridas e algumas sem reação, enquanto gritos de pânico ecoavam. Isabela, que sofreu ferimentos no rosto, afirmou estar traumatizada e teme descobrir quais colegas não sobreviveram.
A sobrevivente acredita que a tragédia poderia ter sido evitada, alegando negligência da UFSM quanto à manutenção de seus ônibus, descritos como antigos e em más condições. O veículo transportava estudantes e professores do curso de Paisagismo para uma visita técnica ao cactário Horst.
A UFSM decretou luto oficial de três dias e montou um gabinete de crise para apoiar as famílias. As vítimas foram encaminhadas a hospitais das cidades de Lajeado, Teutônia e Estrela. A investigação sobre as causas do acidente segue em andamento.