Embora o início do fenômeno La Niña ainda não esteja confirmado, a combinação de calor intenso e falta de chuva já começa a afetar as lavouras de verão no Estado, com algumas consequências diferentes, dependendo do tipo de planta.
La Niña
Espera-se que o verão seja mais seco, com períodos de estiagem mais prolongados, especialmente entre janeiro e fevereiro. Com ou sem La Niña, chuva deve diminuir no verão. A projeção de modelos é de que fenômeno esteja se configurando entre dezembro e fevereiro.
Milho enfrenta cenário mais crítico
Cerca de 51% das lavouras de milho estão em fases sensíveis de florescimento e enchimento de grãos, demandando mais água. A agrometeorologista Loana Cardoso alerta para possíveis reduções de produtividade devido à falta de umidade.

Soja e arroz com impactos menores
Enquanto o plantio de soja está 97% concluído, o momento atual de falta de chuva é considerado “menos prejudicial”. “Se tiver que escolher um estágio para não chover, é esse, o estágio vegetativo. É o menos pior”, acrescenta Alencar Rugeri, da Emater.
Já o arroz, com lavouras 100% irrigadas e reservatórios cheios, apresenta perspectiva de boa produtividade.
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