Todos nós já ouvimos algum comentário do tipo: “Deixa a criança brincar na terra, faz bem”. Pois é, e faz mesmo!
Para alguns, estar em contato direto com a terra é algo normal, principalmente em pessoas do interior ou cidades pequenas como a nossa. Mas, em grandes centros, isso é coisa de outro planeta, já que vivem na correria do dia a dia ou trancafiados em apartamentos.
Para não perder o costume, foi criado o termo “Grounding” em inglês, que significa aterramento. Um simples costume que estamos perdendo aos poucos.

O que é “Grounding”?
É o contato direto ou indireto entre a pele e a superfície terrestre. Você pode pisar descalço no solo, permanecer sentado, tocar a terra com as mãos ou tomar um simples banho de rio. Cientificamente, o segredo por trás do grounding é que, ao nos conectarmos com a terra, existe uma troca de energia e cargas elétricas positivas e negativas que se atraem e se neutralizam. Assim, após o contato, nosso corpo voltaria ao estado neutro. Esse contato com a terra funcionaria como um aterramento natural, agindo como um antioxidante.
Quais os benefícios deste aterramento?
Nossos pais e avós sabem bem os benefícios de estar em contato com a terra, mas estudos confirmam que a prática do “grounding” inclui ativação do sistema nervoso parassimpático, melhoria da qualidade do sono, diminuição de mediadores pró-inflamatórios e diminuição da intensidade da dor, benefícios à saúde cardiovascular. Ele também ajuda a reduzir dores crônicas, aumenta a capacidade de disposição física, melhora sintomas depressivos. São muitos os benefícios descritos sobre essa prática.
Então, na próxima vez que for dar uma volta por aí, tire os seus sapatos e sinta a energia da natureza.