Pesquisas apontam que bebês expostos ao celular desde os primeiros meses de vida apresentam dificuldades na fala, menor capacidade de concentração e atrasos no desenvolvimento motor e cognitivo. O cérebro infantil precisa de estímulos reais para se desenvolver plenamente, como toque, contato visual, interação com objetos e exploração do ambiente. O excesso de telas reduz essas interações essenciais, limitando o aprendizado e prejudicando o desenvolvimento neurológico.
O uso excessivo de telas afeta a liberação de dopamina, neurotransmissor ligado ao prazer e à recompensa. Esse mecanismo faz com que o celular gere uma sensação de satisfação momentânea, tornando a criança dependente desse estímulo para se acalmar. Quando privadas da tela, muitas entram em crises de choro, irritação extrema e dificuldade em lidar com a frustração. O impacto no desenvolvimento emocional pode gerar problemas como ansiedade, impulsividade e dificuldade de socialização.
A exposição à luz azul das telas reduz a produção de melatonina, hormônio essencial para regular o sono. Como resultado, bebês que passam muito tempo no celular têm dificuldades para dormir, apresentam sono agitado e acordam cansados. Além disso, o tempo excessivo diante das telas reduz a atividade física, contribuindo para o sedentarismo e o aumento do sobrepeso infantil. A falta de movimento afeta o desenvolvimento motor e pode levar a problemas de saúde a longo prazo, como obesidade e dificuldades posturais.
Fonte: tbrtv.
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