Capão da Canoa – RS – A tarde desta sexta-feira Santa, 3, trouxe nomes e histórias para a tragédia que abalou o Litoral Norte. Três das quatro vítimas do acidente aéreo já foram identificadas: são os empresários Déborah Belanda Ortolani e Luis Ortolani, sócios da tradicional Feira de Ibitinga, em São Paulo, além do piloto Nelio Maria Batista Pessanha. A identidade da quarta pessoa que estava no monomotor ainda não foi confirmada oficialmente.
Erro de cálculo na decolagem
Com quatro pessoas a bordo, o avião estava pesado e não ganhou velocidade suficiente para vencer os fios de alta tensão e as casas vizinhas.
Enquanto as famílias choram as perdas, especialistas começam a montar o quebra-cabeça do que deu errado. Imagens do aeródromo mostram que o piloto pode ter se distraído na hora de subir. Ele teria desperdiçado cerca de 300 metros da pista de 700 metros ao decidir decolar direto do pátio, sem ir até a cabeceira. Com quatro pessoas a bordo, o avião estava pesado e não ganhou velocidade suficiente para vencer os fios de alta tensão e as casas vizinhas.

O impacto fatal
O monomotor perdeu sustentação logo após sair do chão e desabou sobre um restaurante na Avenida Valdomiro Cândido dos Reis. Por um milagre, o estabelecimento estava fechado e os moradores das casas ao lado saíram ilesos. O impacto foi tão seco que o avião praticamente não teve chance de se afastar do solo antes de bater nas construções e explodir.

Investigação da Aeronáutica
O caso agora está nas mãos do Cenipa, o órgão da Força Aérea que cuida de acidentes aéreos. Eles vão analisar cada detalhe para confirmar se foi mesmo falha humana ou se o motor pregou uma peça no piloto. Como diz o ditado, “prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém”, mas no ar, qualquer erro de poucos metros pode custar a vida.
Redação, João Lemes; Fonte: GZH e Defesa Civil ✈️
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