Estado – RS – A colheita da noz-pecã em 2026 promete ser um marco para o bolso do produtor gaúcho. Segundo os números do Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan), a expectativa é que o estado colha até 7 mil toneladas, um salto importante se comparado às quase 5 mil toneladas do ano passado. O sucesso desta temporada é uma mistura de clima favorável e investimentos que foram feitos lá atrás e que agora dão resultado.
O clima e a maturação
O primeiro segredo para esse recorde foi o frio do inverno passado, que garantiu o descanso necessário para as árvores brotarem com força. Além disso, muitos pomares plantados há cerca de dez anos finalmente atingiram a maturidade e começaram a produzir de verdade. Hoje, o RS tem mais de 7 mil hectares plantados, com a maior parte da produção concentrada em cidades como Cachoeira do Sul e Anta Gorda, respondendo por 90% de tudo o que o Brasil produz.
A largada da colheita
A abertura oficial da colheita está marcada para o dia 8 de maio, em um pomar na localidade de Travessão Bonito, em Nova Pádua. O setor está otimista e projeta que o crescimento não vai parar por aqui, com a expectativa de que a produção continue subindo até 2030, conforme novos plantios entrem no ritmo. Como diz o ditado, quem planta com paciência colhe com fartura, e o produtor de noz-pecã está rindo à toa com os galhos carregados.
Redação, João Lemes; Fonte: IBPecan e GZH 🌳
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