Menos de 10% das duas mil tornozeleiras eletrônicas disponíveis para agressores de mulheres estão em operação, conforme o chefe da Polícia do Estado, delegado Fernando Sodré. A principal razão para a baixa utilização é que apenas 175 decisões judiciais determinaram o uso do equipamento.
O governo do estado está em tratativas com o Tribunal de Justiça para viabilizar medidas protetivas de urgência de forma virtual, permitindo um acesso mais rápido à Justiça. A juíza Taís Culau de Barros, da Coordenadoria Estadual da Mulher, acredita que a mudança pode ocorrer até o primeiro semestre de 2025.
O programa de monitoramento por tornozeleiras eletrônicas foi expandido no Estado no final de 2024. A Secretaria da Segurança Pública tenta ampliar a disponibilidade desses dispositivos.
LEIA TAMBÉM: Maria Joceli: secretária debate os desafios da educação para 2025
Acompanhe o NP pelas redes sociais:
- Instagram: npexpresso
- Facebook: NPExpresso
- Comunidade no WhatsApp: Clique Aqui


