O Ministério Público investiga um esquema envolvendo a falsificação de atestados e laudos médicos para líderes de facções obterem prisão domiciliar humanitária de forma fraudulenta. A fraude consistia em criar documentos médicos que alegavam problemas graves de saúde inexistentes, como cirurgias ou tratamentos com longos períodos de recuperação, para induzir juízes ao erro na concessão do benefício. Participavam do esquema médicos, advogados e intermediários ligados às facções, que manipulavam os documentos para torná-los mais convincentes.
O objetivo era permitir que presos de alta periculosidade, condenados a longas penas, fossem libertados sob pretexto de problemas de saúde, facilitando fugas e novos crimes. O financiamento do esquema vinha de empresas ligadas às facções, que usavam recursos obtidos com atividades ilícitas para custear os honorários médicos e as fraudes. Diante dessa prática, o Ministério Público segue com investigações e atuações para responsabilizar os envolvidos e reforçar os protocolos de segurança nas avaliações médicas do sistema prisional.
Fonte: Ministério Público do RS.
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