Fundador do grupo “Os Monarcas” em 1972, Gildinho liderou a banda em uma trajetória marcante, lançando 50 discos, conquistando dez discos de ouro e recebendo prêmios como o Prêmio Sharp e o Prêmio Açorianos.
Reconhecido como uma lenda da música gaúcha, ele foi homenageado com o Troféu Guri, a Medalha do Mérito Farroupilha e atuou como patrono da Semana Farroupilha. Mesmo enfrentando graves problemas de saúde, Gildinho continuava a se apresentar, esforçando-se para cantar e tocar sua gaita, demonstrando sua dedicação e paixão pela música.
Sua filha Sandra destacou sua bravura, afirmando que ele foi um guerreiro incansável. Gildinho era conhecido por sua humildade e solidariedade, deixando um legado que transcende a música. Seu velório será realizado no CTG Sentinela da Querência, em Erechim, neste domingo, 12 de janeiro.
Ele deixa a esposa Santa, as filhas Gisele e Sandra, e uma legião de fãs que lamentam a perda de uma referência cultural e artística no RS.


