Não-Me-Toque – RS – (Região de Passo Fundo) – Carolina Rossato, vice-presidente do Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Agrícolas (Simers), disse que o setor vive um momento de incerteza em 2026, mas não espera resultado negativo. Ela falou sobre o cenário durante a Expodireto Cotrijal, uma das maiores feiras do agronegócio do Estado.
Importância do polo
Segundo Carolina, o RS concentra o principal polo brasileiro de máquinas agrícolas. Cerca de 60% da tecnologia do setor fabricada no país sai das indústrias gaúchas. O segmento reúne 566 fabricantes e gera mais de 30,7 mil empregos.
Feira mais cautelosa
Ela contou que a feira teve movimento mais cauteloso nos negócios. A incerteza com o preço do diesel durante a colheita e o endividamento de produtores influenciaram as decisões de compra. Mesmo assim, empresas conseguiram prospectar clientes para os próximos seis meses.
Inovação e irrigação
Carolina também defendeu planejamento para irrigação no Estado. Segundo ela, qualquer candidato ao governo precisa apresentar um plano para enfrentar estiagens. A dirigente disse ainda que a inovação ajuda a reduzir custos e amplia o acesso à tecnologia para pequenos e médios produtores.
Expectativa do setor
No fim de 2025, a projeção da indústria era crescer 3,4%. A estimativa foi revista em fevereiro por causa da instabilidade no preço do diesel, fertilizantes e das commodities como soja e arroz. Mesmo assim, a expectativa é de reorganização do mercado ao longo dos próximos meses.
Redação, João Lemes; fonte: GZH / Expodireto Cotrijal.
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