Conforme destacado pelo Secretário de Saúde da cidade, Fernando Ritter, essa sobrecarga é inédita para o período e tem sido agravada pela chegada de pacientes de municípios vizinhos, como Alvorada, Cachoeirinha e Viamão.
A situação é complicada ainda mais por recentes problemas de gestão e restrições de atendimento em hospitais da região metropolitana, que levaram a um aumento de pacientes sendo transferidos para Porto Alegre.
Ritter sugere que uma solução seria estabilizar esses pacientes antes de transferi-los de volta aos seus municípios para continuar o tratamento, o que poderia realocar pelo menos 100 pacientes.

Também aponta que o custo de atendimento a pacientes de fora é 80% maior do que o de residentes de Porto Alegre, o que impacta negativamente a rotatividade dos leitos.
A situação chegou a um ponto em que a capacidade física e financeira dos hospitais da cidade está esgotada. Ritter expressa preocupação de não poder garantir a qualidade do atendimento.
Uma reunião com o governo do Estado está prevista para buscar soluções para este problema crítico. (GZH)



