Pelotas, RS – A m0rt3 do agricultor Marcos Nornberg ainda causa repercussão e nada de concreto foi definido até o momento. A investigação tenta esclarecer o que de fato ocorreu durante a ação de PMs, em 15 de janeiro, na zona rural do município.
Possível execução
Uma das linhas apura se houve assassinato. Imagens mostram a invasão da propriedade rural. Segundo a investigação, o agricultor teria feito dois disparos com uma carabina. Os policiais revidaram com 16 tiros e, após uma pausa, houve mais um disparo. Antes do último tiro, um policial teria dito “mexeu a cabeça”. O laudo apontou marcas de pólvora no rosto da vítima, o que pode indicar disparo à queima-roupa.
Legítima defesa
Os policiais negam execução. Alegam que foram recebidos a tiros e reagiram para se proteger. O sargento que fez o último disparo afirmou que o agricultor teria feito menção de atirar novamente, o que justificaria a reação.
Excesso na reação
A terceira hipótese é de excesso em legítima defesa. Nesse caso, a reação teria ultrapassado o necessário para conter a ameaça. A diferença entre os disparos do agricultor e os feitos pelos PMs, além do último tiro após a troca inicial, será analisada.
Desdobramentos
Se houver indiciamento por homicídio ou excesso, os policiais podem ir a julgamento. Caso fique comprovada legítima defesa, não haverá responsabilização pela morte.
Fonte: Grupo RBS
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