Brasília – DF – A oposição, puxada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e pelo PL, acelerou a montagem das chapas ao Senado em vários estados e tenta chegar forte na eleição deste ano. A meta é clara: conquistar o maior número possível das 54 vagas em disputa e aumentar o peso da direita dentro da Casa.
Articulação nacional
A estratégia começou ainda em 2024 e ganhou força nas últimas semanas. O movimento envolve o PL, governadores e partidos aliados. A ideia é montar duplas competitivas em cada estado, com nomes ligados à pauta conservadora. Entre os temas mais usados na campanha está a pressão por mudanças no Supremo Tribunal Federal.
Sul e Sudeste
No Sul, a direita já mostra nomes fortes. No Paraná, aparecem Filipe Barros, Deltan Dallagnol e Cristina Graeml. Em Santa Catarina, a chapa mais alinhada com Bolsonaro reúne Carlos Bolsonaro e Caroline de Toni. No RS, os nomes mais citados são Marcel van Hattem e Ubiratan Sanderson. Já no Sudeste, a disputa também cresce com nomes como Guilherme Derrite, Ricardo Salles, Marcelo Crivella e Carlos Viana.
Nordeste, Centro-Oeste e Norte
No Distrito Federal, a chapa do PL deve ter Michelle Bolsonaro e Bia Kicis. Em Goiás, Gustavo Gayer aparece como nome forte. No Nordeste, a direita tenta crescer em estados onde a esquerda ainda tem mais força, como Bahia e Pernambuco. No Norte, nomes como Marcos Rogério, Márcio Bittar e Alberto Neto também entram no jogo.
Disputa maior que a eleição
A corrida ao Senado ganhou ainda mais peso por causa do papel da Casa em temas institucionais e decisões envolvendo ministros do STF. Pesquisa Genial/Quaest mostrou que 66% dos brasileiros querem senadores comprometidos com pedidos de impeachment de ministros da Corte. Com isso, a eleição para o Senado passou a ser tratada pela oposição como uma das batalhas centrais de 2026.
Fonte: Gazeta do Povo / Genial Quaest
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