Nacional – Dores musculares, dor de cabeça, mal-estar e alterações neurológicas estão entre os sinais que exigem atenção. A maioria dos infectados não apresenta sintomas, mas cerca de um em cada 150 pode desenvolver meningite, encefalite ou paralisia.
Os casos
Um levantamento divulgado pela GZH aponta quatro infecções em humanos neste ano, duas em Santa Catarina e duas em São Paulo. Uma mort3 registrada em SC ainda é investigada para saber se a doença foi a causa principal. Há também um caso provável no Piauí. Em fevereiro, a Secretaria de Saúde de Mato Grosso confirmou separadamente a infecção de um bebê, que recebeu alta.
A situação no RS
A Secretaria Estadual da Saúde informou que não há registros suspeitos ou confirmados entre os gaúchos. O Estado acompanha ocorrências em animais e pode ampliar o monitoramento conforme a mudança do risco.
A transmissão
O vírus é transmitido principalmente pela picada do pernilongo comum, do gênero Culex. As aves mantêm o ciclo de transmissão, enquanto humanos e cavalos são considerados hospedeiros acidentais. Não há transmissão comum de uma pessoa para outra.
A prevenção
Não existe vacina nem antiviral específico. A orientação é eliminar água parada, usar repelente e instalar telas em portas e janelas. Confusão mental, sonolência intensa, fraqueza ou alteração da consciência exigem atendimento imediato. Ministério da Saúde (Redação, João Lemes. Fontes: GZH, Ministério da Saúde e Secretaria de Saúde de Mato Grosso)
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