
Apesar dos do presidente Bolsonaro, a paralisação dos caminhoneiros autônomos está mantida e pode iniciar nesta segunda, 01.
A afirmação é de Plínio Dias, líder da classe. Ele ainda disse que a duração do movimento é indeterminada e que 22 Estados participam do conselho. A redução ou zeragem do PIS/Cofins sobre o diesel, cogitada pelo governo, não seria suficiente para terminar com a greve, porque o principal problema é a política de paridade ao preço internacional adotada pela Petrobras.
“Quem teria a culpa pelo desabastecimento do país, caso o movimento dure de três a cinco dias (na época do presidente Temer durou 11) não são os caminhoneiros, mas quem é responsável pela economia. Se o presidente chamar para conversar no primeiro dia e resolver, todo mundo volta no dia seguinte. Até agora não teve diálogo”, disse Plínio Dia.
O MOVIMENTO SERÁ FRACO – diz o ministro

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, minimizou o movimento: “Vai ser um movimento fraco, não vai ter adesão. As empresas de transporte não vão parar, os principais sindicatos não vão parar. Tenho recebido mensagens de apoio de diversos líderes de caminhoneiros. Eles não querem parar, querem trabalhar. Esse é o sentimento geral”, disse o ministro.



