
(Araponga) Essa situação foi descoberta pela polícia ambiental. Funcionava sem alvará e sem fiscalização das autoridades sanitárias, colocando em risco a saúde pública e a comunidade. Um dos responsáveis pela clínica era um profissional de cargo público que estava atuando em horário de expediente, segundo a investigação. O caso não é segredo de justiça e o inquérito foi instaurado para apurar os fatos. Logo vem chumbo grosso.



