Cuidado com a coronalive!


(por Araponga) Um escritor postou matéria denunciando outra praga: a coronalive. É live ensinando a fazer live. É live ensinando a etiqueta de como se comportar numa live. É live orientando como dizer não a uma live. Tem até live sobre live.
Livedependentes
“Tem gente enlouquecendo seus terapeutas com suas neurolives. Logo surgirão os especialistas em tratar os livedependentes que, pelo andar das lives, serão centenas, milhares, milhões”.
Homens, báh!
Alguém postou que o maior absurdo é testar a “caloria” de um homem em supermercado. Primeiro, porque eles vão muito pouco a esses lugares – nem para trabalhar. Segundo, porque se um homem estiver com febre, ele simplesmente não consegue andar.
Novo conceito
Gente, não se ofendam, mas a criatividade do brasileiro só funciona quando ele quer dar jeitinho pra driblar a regra. De resto, é tudo cópia da cópia. Alguém já ouviu esta bela frase: “Vem aí um novo conceito em farmácia, em loja de roupas, em posto de gasolina, em sapataria, em oficina, em funerária?
Bota clichezão bagual
Tem empresários que pagam milhares de reais a uma agência e, no frigir dos ovos, ela me vem com essa frase. É muito bonita, mas é só olhar o histórico das demais empresas e verás que ela está por toda parte. Virou um baita clichê.

Teles que voam
As motos, as tais de teles nos salvaram nesta pandemia. coisa boa receber tudo em casa. Agora, é tanta moto, é tanta corrimaça na cidade que já elas se batem nelas mesmas. Isso; moto com moto. A maioria respeita as leis, enquanto outra parte não corre, voa. Tem uns tampinhas para desviar quebra-molas que te digo. Do que jeito que vai, algumas terão que colocar paraquedas na traseira para poder frear quando chegarem ao destino
Vem aí a tele-lesma
Um novo conceito em tele seria a tele-lesma, não acham? Sim, porque toda tele é Cavalos alados, leva rápido, vai voando, corre-corre, tele a jato… Tudo voa e eles obedecem direitinho…
Porém, aqui cabe uma ressalva: quase todos que pedem uma tele, quer que voe. Não conseguem esperar nada. Aí, fica muito difícil mesmo. E mais: a maioria dos acidentes com motos em Santiago não envolveu tele. Verdade seja dita, justiça seja feira.




