Estado, RS – O Ministério Público atuou contra num esquema de rifas eletrônicas que usava o nome de grandes clubes de futebol para aplicar golpes. A Operação Estrela Cadente cumpriu ordens de busca em cidades de São Paulo contra uma empresa que agia em todo o Brasil.
Como era golpe
O grupo vendia “cotas” ou livrinhos digitais prometendo prêmios em dinheiro e bens. Para parecer que o negócio era sério, eles fechavam patrocínios com times como o Grêmio e o Avaí, além de torcidas organizadas. Assim, usavam o símbolo dos clubes e ganhavam a confiança do povo, mas os sorteios eram irregulares e serviam para lavar dinheiro.
Rede de empresas
Segundo os promotores Flávio Duarte e Maristela Schneider, a empresa passava informações falsas tanto para os clubes quanto para o público. Eles montaram uma rede de empresas de marketing e tecnologia só para receber a dinheirama e fazer o valor circular sem chamar a atenção das autoridades.
Endereços de luxo
Nas buscas feitas em endereços de luxo em São Paulo, Santo André e São Caetano do Sul, os policiais recolheram celulares, computadores e documentos financeiros. Agora, a investigação vai rastrear para onde foi o dinheiro e punir os envolvidos que se faziam de espertos usando a paixão do torcedor.
Fonte: Ministério Público do RS.
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