Torcida “organizada”
Alguns dizem que foi a “proibição da entrada de torcidas “organizadas” (com os instrumentos) que afastou o torcedor. Bueno, aí cabe ressalva: a determinação veio do comando geral da Brigada e não foi proibição. Cada “organizada” deveria dar o nome dos componentes, uma espécie de cadastro feito lá na Brigada. Não fizeram, ficaram brabos e não foram ao gramado. Quem tem razão ou não tem? Será que não falou mais organização das “organizadas”.
O Cruzeiro esclarece
Em momento algum o Cruzeiro impediu ou busc
ou essa alternativa. O Clube entende que o nosso futebol necessita sim dessa maravilhosa festa. O Clube recebeu uma notificação do comando da Brigada de POA, documentado, com exigências referentes a normas concretas que são aplicadas em todos os estádios do país.
Como em Santiago acontece um evento tradicional na América Latina, as exigências aumentaram, e para esta edição, foram contatados os líderes das organizadas para uma reunião com o comando da Brigada.
A Brigada exigiu apenas o cadastro de cada integrante das organizadas a fim de selecionar quem realmente era integrante, inclusive para efeito de diferença de valores dos ingressos.
Com o cadastro, o torcedor poderia entrar no estádio com seu instrumento e fazer a sua festa. Porém, NÃO houve acordo, e a partir disso, passou-se a cumprir as normas existentes conforme o que fornece o nosso futebol brasileiro.
O Clube, em nome do presidente e sua diretoria, lamenta pelas críticas lançadas, pois tentou de todas e qualquer forma para que houvesse o acordo do cadastramento.
Em 2017, alguns penetras se passaram por membros da torcida organizada de Santiago e só esculhambaram, sendo corridos pela Brigada. Veja o vídeo abaixo.
O que está afastando o torcedor?
( ) Falta de equipes internacionais?
( ) Falta de grandes equipes brasileiras?
( ) O preço dos ingressos?
( ) A proibição das torcidas organizadas sem o cadastro na Brigada?
( ) Horário dos jogos da Dupla Grenal?
( ) outros motivos:
REVEJA O VÍDEO DE 2017




