
A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) passou informações aos advogados de Flávio Bolsonaro para obter provas e embasar pedido de anulação do caso Queiroz. Das cinco sugestões, duas foram seguidas integralmente, ainda que não se possa afirmar que os advogados e o governo o fizeram apenas porque receberam a orientação da Abin.
AS RECOMENDAÇÕES
Primeiro, a de apresentar um pedido por meio da lei de Acesso à Informação no Serviço Federal de Processamento de Dados para buscar provas de que o perfil tributário de Flávio foi acessado indevidamente.
Também foi seguida a sugestão de ajuizar ação penal, com a apresentação da notícia-crime na Procuradoria-Geral da República (PGR). (Revista Época)
Ministra Cármen Lúcia mandou Alexandre
Ramagem e Augusto Heleno prestarem informações
sobre a suposta ajuda da Abin à defesa de Flávio

Abin – A agência de inteligência deve atuar somente pelo interesse público
Na semana passada, a revista Época revelou relatórios de inteligência que instruíam a defesa do senador Flávio sobre como fazer uma apuração especial na Receita. O objetivo era encontrar irregularidades na fiscalização que embasou o inquérito sobre a rachadinha e anular a investigação.
“O quadro descrito é grave. Este Supremo afirmou a ilegitimidade de uso da máquina ou de órgãos estatais para atender interesses particulares”, despachou a ministra.



