
Ele ressaltou que o pagamento é “legal” e “transparente”, mas afirmou que opção é para não dar “espaço para mentiras”
O ex-governador e pré-candidato do PSDB decidiu renunciar à pensão mensal a que teria direito por ter sido governador até março deste ano.
Conforme o Portal da Transparência, ele recebeu R$ 19 mil e 600 na folha de maio e 20 mil e 300 referentes a abril. Pelos dois meses, o ex-governador recebeu o montante bruto de R$ 39,9 mil. (Zero Hora – Rosane de Oliveira)
Diferentemente dos antecessores, Eduardo Leite teria direito ao rendimento por até quatro anos, e não de forma vitalícia. O valor recebido, de R$ 20 mil, também seria menor do que os R$ 30 mil e 400 pagos aos demais ex-governadores.
Ao tomarem conhecimento da pensão, os deputados do Partido Novo ingressaram com ação na Justiça para questionar. Argumentam que as leis sobre o tema aprovadas em 2015 e em 2021 pela Assembleia barram o pagamento. A Justiça deu 48 horas para que a Procuradoria Geral do Estado apresente a justificativa de por que o Estado estava pagando a pensão.
Na avaliação da Procuradoria, Eduardo Leite teria direito a 65% do valor porque a lei que acabou com as pensões foi sancionada quando ele já havia concluído 65% de seu mandato (dois anos e sete meses).
O tucano seria o décimo ex-governador a receber pensão por ter exercido o cargo. O rendimento integral de R$ 30,4 mil, é pago ainda a outras quatro viúvas de ex-governadores.



