
Os militares estão insatisfeitos com o presidente Bolsonaro. Não existe um movimento de ruptura entre os oficiais das Forças Armadas e o Palácio do Planalto, mas há desconforto com a forma como o presidente os tem tratado, sendo eles um dos pilares do governo.
O incômodo é crescente e atingiu seu ápice com dois posicionamentos emitidos neste mês pelo comandante do Exército, general Edson Leal Pujol.

Em conversas com integrantes das Forças Armadas que não ocupam cargo no governo e com alguns militares que estão na gestão Bolsonaro, o jornal Gazeta do Povo ouviu relatos que explicam isso e como o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, atuou “diplomaticamente” para acalmar os ânimos de ambos os lados.



