Estado – RS – O governo gaúcho deu o sinal verde para duas novas leis que tentam atacar a raiz da violência doméstica e evitar que mais mort3s aconteçam no estado. As propostas, de autoria da deputada Delegada Nadine, tenta agir antes que o crime ocorra, usando desde o acolhimento por telefone até o cruzamento de dados tecnológicos entre os órgãos públicos.
Linha de escuta para homens
Uma das novidades é o programa “Linha Calma”. O serviço vai oferecer um canal gratuito e sigiloso, funcionando 24 horas por dia, para atender homens que estejam passando por conflitos familiares ou tenham dificuldade em lidar com as emoções. A ideia é trabalhar a reeducação e o combate ao machismo, tentando frear a violência antes que o sujeito perca a estribeira e cometa uma agressão.
Olho vivo nos dados
A outra lei cria um sistema de monitoramento que usa inteligência artificial para cruzar informações da saúde, educação e segurança. O objetivo é identificar sinais de perigo, como uma criança que chega com hematomas no posto de saúde ou falta muito à escola. Com esses dados integrados, o Estado consegue chegar na casa da família antes mesmo de uma ocorrência policial ser registrada, tentando evitar que a situação vire um feminicídio.
Números que assustam
A urgência dessas leis aparece nos dados: só em 2026, o RS já registrou 27 m0rt3s de mulheres por questões de gênero. O estado liderou esse ranking triste no Sul do Brasil nos últimos anos. Agora, a expectativa é que, com o monitoramento inspirado em modelos que deram certo na Europa, o Rio Grande consiga baixar esses indicadores e proteger quem mais precisa.
Redação, João Lemes; Fonte: GZH e Assembleia Legislativa
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