um movimento por melhores salários
Entenda o que houve:
O prefeito José Grosso deixou vencer um concurso para motorista sem chamar todos os aprovados. Depois mandou projeto à Câmara para contratação emergencial de três motoristas por 12 meses, prorrogáveis por 12. Os vereadores entenderam politicagem e reprovaram.
No dia 1º de maio, o prefeito prometeu aos motoristas aumentar o padrão referencial no salário básico, equiparando-os aos operadores de máquina desde que eles convencessem os vereadores a aprovar um projeto que autorizasse os secretários e CCs a dirigirem veículos públicos. Mas os operadores não gostaram porque não iam receber aumento e os demais servidores também.
Para amenizar, o prefeito incluiu no projeto um aumento para os serventes, merendeiras e vigilantes. Todos os servidores contemplados no projeto (fora os motoristas) continuam com salário padrão abaixo do mínimo, que precisa ser complementado. O projeto está na câmara em estudo.
Liberados para a greve
Os CCs não podem dirigir carros públicos. Isso fere os princípios da Administração. Mas como o prefeito quer que seja aprovado de qualquer jeito e aí teria liberado os motoristas e outros servidores para fazer uma manifestação na Praça.



