A médica com quem Luís Cláudio Lula da Silva, filho caçula do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de 39 anos, se relacionou por cerca de dois anos o acusou de agressões frequentes.
A vítima registrou um boletim de ocorrência eletrônico na Delegacia da Mulher em São Paulo, afirmando que as agressões eram de natureza física, verbal, psicológica e moral.
Ela relatou ter levado uma cotovelada na barriga durante uma briga em janeiro, quando Luís Cláudio se recusou a entregar seu celular. Os casos de violência, segundo ela, têm se intensificado ao longo do tempo, colocando sua integridade física e mental em risco.
Ela confirmou as acusações contra Luís Cláudio apresentadas no boletim de ocorrência. Além disso, ela relatou que as agressões a afastaram do trabalho e a levaram a ser hospitalizada com crises de ansiedade. Ela também mencionou receber constantes ameaças e ofensas, sendo chamada de “doente mental”, “vagabunda” e “louca”.
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) emitiu medidas protetivas em favor da médica. Portanto, Luís Cláudio deve manter distância dela e deixar o apartamento em que viviam juntos. Ele nega as acusações e afirma que tomará as medidas legais necessárias.



