Geral – O presidente Lula está jogando as fichas no “Desenrola 2.0” para tentar virar o jogo na campanha eleitoral. Com uma rejeição que bate na casa dos 50%, o governo planeja anunciar na semana que vem uma nova rodada de descontos para quem está com o nome sujo. A meta é atingir 63 milhões de pessoas que recebem benefícios sociais, o que representa quase 40% de quem vota no Brasil.
Dívidas tiram o sono
A situação não está para peixe. Muita gente terminou o ano passado gastando um terço do que ganha só para pagar juros de banco. O bicho pegou principalmente no cartão de crédito e no cheque especial, onde as taxas são uma barbaridade. Com a inflação subindo por causa das guerras lá fora, o governo percebeu que o humor do povo só vai melhorar se sobrar um pouco mais de dinheiro no fim do mês.
Obrigação ou favor?
Lula esperava que o povo fosse agradecer nas urnas pelos programas sociais, mas as pesquisas mostram que o eleitor mudou. Hoje, muita gente acha que o Bolsa Família não é mais do que a obrigação de qualquer prefeito ou presidente. Por isso, a estratégia agora é ir direto na ferida: a dívida. O plano é oferecer descontos de até 90% para limpar o nome dessa multidão de brasileiros.
Passagem de graça no radar
Se o perdão das dívidas não for o suficiente para amansar o eleitorado, o governo já tem outra carta na manga: a tarifa-zero nos ônibus. A ideia é tentar aplicar isso em cidades grandes, com mais de 200 mil eleitores. O plano é caro, ainda mais com o preço do combustível nas nuvens, mas continua na lista de “estímulos” para tentar garantir a reeleição em 2026. Como diz o ditado, “quem planta colhe”, e o governo tenta semear agora para não colher uma derrota ali na frente.
Redação, João Lemes; Fonte: Editora Abril 💰
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