O Tribunal de Contas do Estado (TCE) revelou que 21% das internações hospitalares no RS poderiam ser evitadas. A pesquisa, apresentada na Assembleia destacou a má gestão como uma das principais causas da ineficiência hospitalar, especialmente em relação aos leitos.
Os auditores responsáveis pelo estudo, Isana Oliveira da Silva e Lucas Lunardi, enfatizaram que o tempo de permanência dos pacientes internados é superior ao recomendado. Levando à superlotação das emergências.
Apontaram a ineficiência do SUS como um fator que contribui para o aumento de mortes evitáveis, perda de confiança na saúde pública e piora na qualidade de vida da população.
O TCE, segundo o auditor Lucas Lunardi, está cada vez mais focado na orientação dos gestores público. Embora não deixe de lado a fiscalização, buscando prevenir possíveis irregularidades.
O deputado Pepe Vargas elogiou o papel orientativo desempenhado pelo TCE, destacando que o Tribunal não apenas realiza o controle externo dos recursos públicos. Mas também tem um papel relevante na orientação dos gestores.
O estudo do TCE-RS considerou dados de estudos do Banco Mundial (BIRD) e do Tribunal de Contas da União (TCU). Que apontam indícios de alta ineficiência nos hospitais brasileiros e desperdícios que ameaçam a sustentabilidade do SUS.



