
A capital amazonense tem registrado média diária de 27 mortes em casa
945 mortes foram confirmadas só nos 20 primeiros dias de janeiro, já se aproximam de todos os óbitos somados entre agosto a dezembro, quando 1.308 pessoas morreram.
Manaus – Devido à segunda onda de coronavírus, com registro até de pacientes mortos por falta de oxigênio hospitalar, o epidemiologista Jesem Orellana, da Fiocruz-Amazônia, defendeu o envio urgente de uma missão de observadores internacionais, por não ser mais possível confiar nos diferentes níveis de gestão à frente da epidemia.
Sob o título “Manaus está perdida e a covid explodiu”, o pesquisador também pede a decretação imediata de lockdown para evitar mais mortes. Em dezembro, ele havia previsto esse caos.
A capital mundial da covid
“Isto parece ser parte de um projeto que muitos insistem em não enxergar e, neste caso, Manaus é o laboratório a céu aberto, onde todo tipo de negligência e barbaridade é possível, sem punição e qualquer ameaça aos responsáveis”, disse o especialista.



