
Em visita à UFSM nesta quarta, 12, o ministro Milton Ribeiro falou sobre os cortes orçamentários que afetam a instituição. O assunto foi comentado pelo reitor da UFSM, Paulo Afonso Burmann, que criticou a distribuição de verbas.
“Nos custa muito aceitar que 31 bilhões tenham sido deslocados dos ministérios, especialmente da Educação, da Saúde e Ciência e Tecnologia, para atender a um volume histórico de negociações em emendas parlamentares”, falou o reitor Paulo Afonso Burmann.
Ribeiro justificou os cortes pela baixa arrecadação do governo federal durante a pandemia e a priorização do auxílio emergencial:
“Neste tempo, em que o governo federal é obrigado a selecionar se ele constrói um prédio a mais na educação ou coloca um pouco de comida no prato de brasileiros que estão morrendo de fome, é muito difícil”, disse o ministro. A notícia é do Diário de SM.
Em nenhum momento o ministro se dirigiu aos manifestantes que acompanharam do lado de fora. Ao final do discurso, em que defendeu o governo Bolsonaro, afirmou que não há corrupção e se disse alinhado a Bolsonaro, Ribeiro fez referência aos manifestantes:
“Temos liberdade dos jovens poderem reclamar, é livre sim. Estamos em um democracia. Eles não tem obrigação de gostar de mim ou do presidente”, afirmou.




