Juscelino Filho está envolvido em outras va´rias denúncias. Veja:

O ministro das Comunicações, Juscelino Filho, está sob pressão devido a várias suspeitas, incluindo a recente revelação de que supostamente contratou com dinheiro público um funcionário da Câmara dos Deputados para trabalhar em fazendas de sua família. (Estadão)
O motorista Waldenôr Alves Catarino teria trabalhado nas propriedades por quase uma década enquanto era pago pela Câmara.
Em entrevista, Catarino afirmou que nunca trabalhou como assessor parlamentar e que seu local de trabalho eram as terras do tio do ministro. Ele disse que fazia diversas tarefas na fazenda, incluindo dirigir um caminhão e instalar estacas.
Catarino foi nomeado como secretário parlamentar no gabinete de Juscelino em 2015, mas a contratação chegou ao fim em 2022, quando ele quis mudar de emprego.
Durante os sete anos em que trabalhou na Câmara, Catarino disse que teve pouco contato com Juscelino e que, na maioria das vezes, trabalhava na fazenda. Seu salário era de R$ 2 mil e 300, e ele ganhou um total de R$ 171 mil durante esse tempo.
OUTRAS DENÚNCIAS
Além disso, um piloto de avião e um gerente de haras também estariam recebendo dinheiro público enquanto trabalham para a família. O piloto é Leumas Rendder Campos Figueiredo e o gerente do haras é Klennyo Ribeiro. Ambos estão lotados no gabinete do suplente de Faria, mas trabalham nas propriedades de sua família.
Recentemente, Faria também foi acusado de receber diárias e usar um avião da FAB para fins particulares em São Paulo, onde participou de leilões de cavalos de raça. Ainda usou dados falsos para justificar 23 dos 77 voos declarados ao TSE na última campanha.
Outros funcionários que estiveram ligados ao gabinete de Faria também teriam trabalhado para a família Bringel, como é o caso de Vanuza Silva Mendes, que atuaria como secretária do suplente de Faria, mas apagou uma mensagem que confirmava o cargo quando questionada pela reportagem. Vanuza ganha R$ 6.181,07 por mês e a Câmara já desembolsou R$ 801 mil com ela.
Até o momento, o ministro Fábio Faria não respondeu aos questionamentos sobre os casos.




