
A medida seria para escolas públicas e privadas de Ensinos Fundamental, Médio e Superior.
A ideia é do sindicato das escolas privadas e está sendo avaliada pelo Gabinete de Crise. Isso seria para evitar aumento da desigualdade.
As turmas seriam divididas pela metade e cada grupo se revezaria em sala a cada semana a ser definido pela escola. Quem ficar em casa receberá atividades à distância. Em seguida, a turma inverte: quem estudava de casa irá para a escola e quem estava na aula presencial fica no remoto.
Na rede estadual, as aulas em formato presencial voltam, em formado híbrido, em 8 de março para estudantes do 1º ao 5º ano, 11 de março para 6º ao 9º ano e em 15 de março para Ensino Médio e Técnico.
“A obrigatoriedade é um excesso porque isso é algo que depende da família, de como ela se sente segura. A retomada é necessária, mas não como uma obrigação, uma imposição do Estado”, analisa Cecília Farias, do Sindicato dos Professores do Ensino Privado.



