Os atos golpistas do dia 8 foram o maior teste à democracia desde 1964.

Nos primeiros 100 dias do governo de Lula, houve uma ameaça golpista, revogação de medidas do ex-presidente Bolsonaro e uma política externa voltada à reconstrução de pontes. (Com dados da coluna de RODRIGO LOPES de GZH)
Os atos golpistas do dia 8 foram o maior teste à democracia desde 1964. Lula acelerou a “desbolsonarização” do governo, em particular no Gabinete de Segurança Institucional. Em relação às Forças Armadas, vem apostando em um dueto – respeito às instituições e aceno com verbas -, tendo o ministro da Defesa, Múcio Monteiro, como o grande “pacificador”.
No plano econômico, o governo está prestes a enviar o arcabouço fiscal ao Congresso e a reforma fiscal é o grande próximo desafio.
Lula teve alguns deslizes em suas falas, mas está tentando restabelecer a normalidade política no país.
O governo está apostando na pacificação com as Forças Armadas e em uma política externa que busca aumentar o peso geopolítico do Brasil.
Muitos projetos apresentados foram reeditados de governos petistas anteriores, com ajustes.
O governo também está revogando muitas medidas de Bolsonaro. No entanto, dois ministros foram responsáveis pelas primeiras crises do governo: Juscelino Filho, das Comunicações, e Daniela Carneiro, do Turismo.
Em muitos momentos, Lula esqueceu que a eleição terminou e soltou sua verborragia. Em entrevista ao site 247, ignorou a liturgia do cargo e disse que, na prisão, só pensava em “foder com o Moro”. No dia seguinte, sugeriu que o plano para matar o ex-juiz e senador, descoberto pela Polícia Federal, seria uma armação.




Qual os altos? 🤣🤣🤣🤣