
Como foi um crime cometido em serviço, a atribuição para apuração é da Brigada Militar e o caso será julgado pela Justiça Militar
Roniclei Luciano Graef Cipolato era são-luizense e seu corpo conseguiu salvar a vida de 12 pessoas por meio da doação de seus órgãos.
Cipolato sempre externou o desejo de doar seus órgãos para ajudar outras pessoas, e após sua morte, sua família consentiu com a doação.
O exame de comparação balística confirmou que o soldado Roniclei Luciano Graef Cipolato foi morto por um disparo feito por outro policial militar durante uma operação em Porto Alegre. O tiro de calibre 9mm foi identificado como proveniente da arma utilizada pelo policial que acompanhava Cipolato na ação, ocorrida em março.
Os dois militares envolvidos na operação trabalhavam na Seção de Inteligência do 20º Batalhão da Polícia Militar e estavam perseguindo criminosos armados quando o soldado Cipolato foi atingido por um tiro.
Desde o início, havia rumores de que a morte teria sido causada por um disparo acidental feito pelo colega de Cipolato, e o PM envolvido admitiu em depoimento à polícia que acreditava ser o autor do tiro.
O policial está afastado de funções operacionais e atuando apenas em serviço administrativo. A investigação interna da Brigada Militar está em fase de conclusão.



