Florianópolis, SC – A Polícia Civil descartou que os adolescentes investigados pela morte do cão comunitário Orelha tenham tentado afogar outro cachorro na Praia Brava, em Florianópolis. A informação foi confirmada pelo delegado Renan Balbino, da Delegacia Especializada de Adolescentes em Conflito com a Lei (DEACLE).
O outro animal, conhecido como Caramelo, costumava andar com Orelha e chegou a ser jogado ao mar, mas sobreviveu. Na semana passada, ele foi adotado pelo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel.
Segundo o delegado, um dos quatro adolescentes suspeitos já foi ouvido e negou participação no crime. O celular dele foi apreendido e passará por perícia, mas, inicialmente, a polícia descarta o envolvimento desse jovem.
Orelha morreu no dia 15 de janeiro após sofrer maus-tratos. Ele foi encontrado agonizando, socorrido e levado a uma clínica veterinária, mas não resistiu aos ferimentos. O caso foi registrado pela Polícia Civil no dia seguinte.
As investigações continuam, e os demais adolescentes devem ser ouvidos ao longo desta semana. Dois deles retornaram recentemente dos Estados Unidos e tiveram os celulares apreendidos no aeroporto. Outros mandados já haviam sido cumpridos no Brasil.
Por se tratar de menores de idade, nomes e detalhes dos suspeitos não são divulgados, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente. GZH
Acompanhe o NP pelas redes sociais:
- Instagram: npexpresso
- Facebook: NPExpresso
- Comunidade no WhatsApp: Clique Aqui


