
Santiago teve duas internações por covid nos últimos 14 dias, por isso não pode flexibilizar a bandeira vermelha para laranja

Hoje Santiago tem 93% de cura de seus 362 casos registrados até agora. Hoje não há ninguém hospitalizado com a doença e apenas 17 pessoas estão sendo monitoradas. Porém, teve duas internações por covid nos últimos 14 dias, o que impede a flexibilização da bandeira vermelha para laranja.
OUÇA O ÁUDIO ENVIADO PELO SECRETÁRIO SADI GIODA (DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE SANTIAGO)
Como fica o comércio
Lojas, restaurantes e transportes devem se adequar. Os serviços essenciais (saúde, segurança, mercados, farmácias) seguem em funcionamento diário, mas com menos gente.
Comércio não essencial
Funciona com até 25% de trabalhadores para atendimento de tele-entrega. O atendimento presencial será em até quatro dias por semana, sete horas por dia entre 9h e 17h.
A REDAÇÃO AINDA NÃO OBTEVE A INFORMAÇÃO DE QUAIS DIAS O COMÉRCIO VAI FECHAR.
Ramo alimentício
Mercados, açougues, fruteiras, padarias podem funcionar com até 50% de trabalhadores com atendimento presencial restrito.
Combustíveis
Devem ter até 75% de trabalhadores com atendimento presencial, sem aglomerações.
Veículos
Com até 25% de trabalhadores funcionamento com teleatendimento, até quatro dias por semana e, no máximo, sete horas por dia entre 9h e 17h.
Eventos culturais e educandários, fechados.
Cidades da mesma região, mas que podem ficar na laranja
Dos 32 municípios da região, 23 podem adotar o protocolo a bandeira laranja, mesmo com a região em definitivo na vermelha, por causa da Regra 0-0, que vale para locais que não tenham registrado nem óbitos nem hospitalizações associadas à covid nos últimos 14 dias.
São elas (região de Santiago)
Capão do Cipó, Dilermando de Aguiar, Itacurubi, Jaguari, Mata, São Francisco, São Pedro, São Vicente, Toropi e Unistalda.



