
O indicado de Bolsonaro para o Supremo, o desembargador Kássio Marques, defendeu a liminar concedida por Dias Toffoli, a pedido do advogado Frederick Wassef, suspendendo o inquérito de Flávio Bolsonaro e todas as investigações criminais baseadas em relatórios do Coaf. Isso foi no ano passado.

A defesa da tese de Wassef foi publicada na revista Justiça & Cidadania, no dia 9 de outubro. Para o desembargador, a decisão de Toffoli era fruto da “evolução jurisprudencial” e corroborava “os argumentos outrora suscitados pelos membros da Suprema Corte”.
Marques estava convicto de que o plenário do Supremo seguiria Toffoli no entendimento de que dados fiscais e bancários só poderiam ser compartilhados por Coaf e Receita com MPF, após autorização judicial.
(O Antagonista)



