(J.Lemes)
Ninguém duvida; o som de rua é uma das tantas pragas urbanas. Assim como as buzinas a torto e a direito para chamar gente nas escolas, nos empregos e para cumprimentar o amigo que vai lá na esquina e não nos viu. Aqui perto do Expresso tem um maluco que todas as tardes buzina seu carrão na frente da CNA. E quando está mal-humorado ele dá três ou quatro buzinadas a mais. Tudo para o nojo de quem tenta escrever alguma coisa na escola ou no jornal.
Obs. E a Guarda Municipal e Brigada; por que não seguem atrás dos carros-de-som? Seguidamente vejo donos de lojas com seus alto-(bem alto mesmo)-falantes pelas ruas do centro. Será que têm alvará para fazer propaganda? E por que em alto volume? Para espantar os clientes?
Outro dia ouvi uma propaganda na qual o locutor falava bem rápido e dizia até número de telefone e endereço eletrônico, mais as ofertas. Será que algum empresário pensa que o seu cliente vai parar na rua e anotar todos este números?
O novo general que está em Santiago disse que não tinha visto cidade tão barulhenta como a nossa. Nem eu!


