
O caso ocorreu em 2017, mas veio à tona em reportagem do Fantástico
O prefeito de Carolina, Erivelton Teixeira Neves, conhecido como doutor Erivelton, tornou-se réu após ser acusado de fazer um aborto clandestino e sem consentimento em uma suposta ex-amante. A denúncia foi aceita pela 2ª Vara de Augustinópolis, no Tocantins, onde o crime teria ocorrido.
O prefeito poderá ser julgado no Tribunal do Júri e, se for condenado, enfrentará uma pena de até 10 anos de prisão.
O caso ocorreu em 2017, e a vítima é chamada de Rafaela Maria Santos. O Ministério Público do Tocantins afirmou que possui provas abundantes, incluindo mensagens trocadas e um teste de gravidez positivo.
Além de Erivelton, o vereador Lindomar da Silva Nascimento, que na época era motorista do prefeito, também foi denunciado.
As defesas dos acusados afirmaram confiar no Poder Judiciário e que seus clientes sempre estiveram disponíveis para prestar esclarecimentos e colaborar com as investigações.




