
(por João Lemes) Há nove dias do fim do mandato, Crivella acaba nas grades para passar o final de ano. O cara que tanto criticou a corrupção, acusou seus opositores, é pego justo por causa do tal QG da propina. A operação é da Polícia Civil e o Ministério Público. O empresário Rafael Alves também e até o ex-delegado também foram presos.
Presidente da Câmara assume
O vereador Jorge Felippe (DEM) vai assumir o posto na ausência de Marcelo Crivella. A cidade está sem vice-prefeito desde a morte do engenheiro Fernando Mac Dowell.
O Rio “está pegando” de novo. Bolsonaro vai comemorar a prisão?
(por Diogo Schelp – UOL) “O Rio está pegando hoje, hein?”, disse o presidente no dia 28 de agosto. Dois dias antes, Bolsonaro havia elogiado a Polícia Federal por investigar o esquema de corrupção no estado. Ele usou o ocaso de Witzel, seu desafeto político, para vender a ideia de que seu governo era implacável com os corruptos.

Crivella é aliado de Bolsonaro
Hoje, terça (22), o Rio “está pegando” de novo. Desta vez, a suspeita de corrupção atinge o prefeito Marcelo Crivella (Republicanos), a seis dias de ele entregar o cargo a Eduardo Paes (DEM). Mas Crivella é aliado de Bolsonaro. O presidente fez até campanha para ele. Em vídeo patra a propaganda de Crivella, o presidente disse que ambos sofrem “do mesmo mal”, ou seja, vivem sob ataque de uma “grande emissora”. E que, “se Deus quiser”, Crivella seria prefeito por mais quatro anos.



