
“Fui tratada como se eu fosse uma marginal, eu fiquei sendo seguida pelo segurança dentro do mercado por mais de meia hora. Isso não pode ser normal”, contou.
Curitiba – A educadora Isabel Oliveira tomou uma atitude drástica depois de passar por uma situação que pode ser caracterizada como racismo em um supermercado. Ela tirou a roupa, ficando apenas de calcinha e sutiã, para fazer compras, após afirmar que foi perseguida por seguranças do estabelecimento.
A situação foi gravada e, indignada, Isabel disse que decidiu voltar ao supermercado sem roupa para terminar de comprar a lata de leite para a filha.
Não devia nem comprar porque acho que um mercado que trata nossos corpos como uma ameaça não devia nem ter o nosso suado dinheiro, mas fiz questão de voltar para pagar a lata de leite que eu estava comprando antes de ser perseguida pelo segurança”, disse a professora.



