Com a diminuição de linhas e o declínio de passageiros, muitas rodoviárias fecharam as portas no ano passado no Estado. Essa queda na demanda, iniciada há cerca de dez anos, agravou-se durante a pandemia, com uma redução de até 85% nas passagens. Embora tenha havido uma recuperação parcial, as enchentes de maio causaram um novo impacto, embora a situação já tenha se normalizado, voltando aos níveis pós-pandemia.
Até quando teremos rodoviária?
Em Santiago, o movimento também sofreu uma grande redução, levando à extinção de algumas linhas intermunicipais, como Santiago/Itacurubi, Itumirim e Capão do Cipó. Em entrevista à rádio Nova Pauta, o administrador da rodoviária local, Jorge Viero, destacou que, apesar da queda no movimento, a empresa ainda consegue manter as portas abertas. No entanto, ele não sabe até quando.
Concorrência de aplicativos e caronas
Jorge Viero atribui a redução no número de passageiros ao uso crescente de aplicativos de transporte e caronas, alegando que muitos usuários não se preocupam com questões de segurança. Atualmente, as linhas com maior movimento são a Planalto, Santa Cruz, São Pedro e São João. Além dessas, operam a Expresso União (Santiago/Nova Esperança) e a Segredo, única linha municipal (região de Florida).
Impacto nas rotas e horários
A linha Santiago-Porto Alegre, uma das principais, oferece horários apenas à tarde (13h) e à noite (22h e 23h20). Há a possibilidade de retorno de uma linha direta entre as duas cidades.
A rodoviária funciona de acordo com os horários dos ônibus:
- Segunda a sexta: 6h às 23h20
- Sábado: 6h às 12h, 13h às 13h30, 16h15 às 17h30 e 20h30 às 21h
- Domingo: 0h20 às 0h40, 13h às 17h30 e 21h45 às 23h20
Colaborou: David da Silveira Nunes/rádio Nova Pauta
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Passagens ficaram muito caras também.