O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu em 2023 que a apreensão de documentos como CNH e passaporte é constitucional para incentivar devedores a quitarem suas dívidas. A medida, porém, deve respeitar os princípios de proporcionalidade e razoabilidade, garantindo a proteção dos direitos fundamentais.
A decisão gerou debates no meio jurídico sobre os limites das medidas coercitivas no Brasil. O STF ressaltou que essa ferramenta deve ser aplicada com critério e de forma cautelosa.
Como funciona?
A apreensão de documentos no Brasil varia de acordo com o contexto jurídico. Em algumas áreas, como na Justiça do Trabalho, existem diferentes interpretações sobre quando e como essa medida deve ser aplicada. Em certos casos, documentos essenciais para o exercício profissional do devedor podem ser devolvidos, o que exige uma análise cuidadosa de cada situação.
A medida é geralmente aplicada quando há evidências de que o devedor está tentando evitar o pagamento de suas dívidas por meio de práticas fraudulentas. Nesses casos, a apreensão pode ser uma forma de pressionar o devedor a cumprir suas obrigações.
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