
Um representante do setor alertou que as fábricas precisam de até cinco meses para atender grandes demandas, e que até agora o Ministério da Saúde não fez as encomendas necessárias. “Em julho, levamos essa preocupação ao governo federal. Em agosto, o governo organizou uma reunião com os três fabricantes, mas, daí para a frente, nada mais aconteceu de concreto. E já estamos em dezembro; isso deveria estar decidido no máximo em setembro”, disse Paulo Henrique Fraccaro, superintendente na ABIMO – Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos. (Fonte: O Antagonista).
O Brasil está prestes a comprar milhões de doses já em janeiro.



