Lideranças dos caminhoneiros voltaram a falar em greve nacional por causa da demora na votação da Medida Provisória 1.343/2026. Segundo a Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), a categoria está descontente com a situação. Em Alegrete, porém, não há registro de bloqueios ou mobilizações e o movimento nas rodovias segue normal.
Cobrança ao Senado
O presidente da Abrava, Wallace Landim, responsabilizou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, por uma possível paralisação. Em vídeo divulgado nas redes sociais, ele pediu que a medida não perca a validade e afirmou que uma greve poderá ocorrer caso a votação não avance.
O que prevê a medida
A MP foi editada pelo governo federal em março e reforça o cumprimento do piso mínimo do frete rodoviário. Entre as mudanças estão a obrigatoriedade do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) e medidas para fiscalizar e punir contratações abaixo dos valores definidos pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Situação segue normal
Apesar do alerta das lideranças nacionais, até esta quinta-feira não havia confirmação de adesão de caminhoneiros de Alegrete nem qualquer indicativo de paralisação na cidade. O transporte de cargas continua funcionando normalmente.
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